Ao menos aqui eu preciso me permitir gritar (ou escrever) isso:
Eu não quero alguém que me ligue apenas pra saber se nos veremos hoje ou não... Eu posso não cobrar, posso não demonstrar, mas quero algo mais que encontros casuais pra minha vida!!
Só hoje me toquei que há muito, muuuuuuuito tempo, ninguém me liga apenas pra perguntar como eu estou... pra dizer boa noite... ou que estava pensando em mim...
Ultimamente as ligações que recebo estão se restringindo apenas a: está fazendo o que? Que horas termina? No veremos hoje?
Acho que o meu sinal luminoso está errado...
sei lá... acho que por algum motivo estou passando a mensagem errada... de que não quero compromissos, não quero carinho... quando justamente o que busco é isso... tanto é que estou me contentando com migalhas...
E a culpa é minha... eu sei e assumo... só está acontecendo porque eu permito... porque eu insisto em me relacionar com pessoas que sei que estão impossibilitadas de me proporcionar isso...seja porque não querem se envolver, pq ainda estão apaixonados por outra, ou porque tem namorada (hipótese mais frequente, pra minha vergonha!!!)
E agora surge outro dilema: Eu já sei o que preciso fazer, mas como fazê-lo?
Como deixar claro que eu quero uma pessoa pra chamar de meu e não apenas substituir a ausência física de alguém que mora longe?
…
Preciso encontrar a resposta o mais rápido possível...
Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Em mãos!!!
Eu não sei por quanto tempo em relutei em aceitar que não estava bem e precisava de ajuda...
E, ainda assim, depois que assumi que sozinha eu não conseguiria, nada fiz... Mantive-me inerte ante a constatação do problema...
Só ontem, consegui me livrar da inércia em que eu me encontrava...
Não que tenha imprimido grande velocidade, mas o primeiro passo eu dei...
Já consegui o encaminhamento para o psicólogo...
Demora agora é só eu conseguir marcar esta consulta (o que é relativamente complicado com meu plano de saúde)
Mas seja o que Deus quiser... Alea jacta est.
E, ainda assim, depois que assumi que sozinha eu não conseguiria, nada fiz... Mantive-me inerte ante a constatação do problema...
Só ontem, consegui me livrar da inércia em que eu me encontrava...
Não que tenha imprimido grande velocidade, mas o primeiro passo eu dei...
Já consegui o encaminhamento para o psicólogo...
Demora agora é só eu conseguir marcar esta consulta (o que é relativamente complicado com meu plano de saúde)
Mas seja o que Deus quiser... Alea jacta est.
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Divagações e teorias
Eu tento te esquecer
Mas tudo que eu escrevo
É sobre você
Eu não posso me enganar
Fingir que estou bem
Porque não estou
Tem coisas que não fazem sentido algum na vida da gente...
Essa meu momento tem sido assim... inexplicável...
A menina certinha, tida como inteligente, que só falava errado quando queria, quando baixava a guarda... responsável, empregada desde cedo, a “alma da unidade”... se apaixona pelo rapazinho mais novo (sem exageros... ele era só dois anos mais novo que eu, embora parecesse bem mais), problemático, cheio de gírias, cheio de vícios, que não queria nada com nada...
ok. ok.
Até aí é fácil entender... quantas histórias não são assim?
Os opostos se atraem... simples!
Quis justamente pq era o meu oposto, porque tinha o brilho das coisas que eu não fiz, dos riscos que eu não corri...
Só que já acabou...
E por mais que eu tente esquecer, colocar uma pedra sobre isso... eu não consigo... juro que não... Nem mesmo forças pra excluir o “talzinho” do meu Msn eu tenho... eu sei que deveria começar por aí... romper este primeiro vínculo, mas não consigo... tsc, tsc... Ai de mim...
É rídiculo, eu sei...
Cá estou eu, depois de 3 meses, chorando por um relacionamento que só durou 1 e meio...
É vergonhoso olhar pra mim mesma e ver que passei mais tempo lamentando ou relembrando do que fazendo história...
E porquê???
Como alguém consegue ficar tão pouco tempo na minha vida e deixar marcas tão desastrosas??
Eu sei que no fundo não é mérito dele... é fragilidade minha...
Mas como??? Porquê tanta fragilidade???
As vezes me passa pela cabeça que eu deixei que tudo isso acontecesse pois me ceguei com a ilusória promessa de continuidade... foi a primeira vez depois de muito tempo que alguém me prometeu continuidade e eu aceitei... os outros não foram assim...
Uns vinham, proporcionavam e levavam apenas bons momentos, sem compromisso... sem perspectiva de algo mais sério... e eu não me machucava, porque se nunca houve promessas de nada eu não tinha nenhuma expectativa frustrada pra chorar... Ou, talvez, eu me machucasse sim... internamente, sem me permitir sangrar... afinal não teria sentido...
Alguns deram a entender que queriam algo mais sério, só que o fizeram de maneira excessiva... e eu me assustava... recuava... me escondia...
Só que dessa vez era diferente... Eu me ceguei com o Cantorzinho...
Eu quis me cegar...
Quando ele me beijou e eu senti um zilhão de borboletas revoando no meu estômago, eu baixei a guarda, quis me iludir... afinal, só havia sentido aquilo uma única vez na vida... na única experiência de amor verdadeiro que já tive... achei que era um sinal... que a história iria se repetir... e que eu teria companhia por mais 05 anos...
Não foi assim...
Já encerrei dois ou mais post dizendo que não fazia mal pra ninguém além de mim acreditar em certas coisas... só hoje percebo o quão grande foi o mal a que me submeti...
Eu sei que o texto não fez muito sentido... começou em um ponto e terminou em outro...
É justamente por isso que eu amo este cantinho...
onde eu tenho licença pra escrever sem compromisso, sem me preocupar se faz sentido ou não... se está certo ou não... o blog é uma janela para mim... para as minhas inseguranças, minhas dores, minha dúvidas...
ele não tem que fazer sentido... até porque, eu mesma não faço sentido...
E só pra constar: Eu não gosto de NX Zero... mas essa letra exprime exatamente o que eu gostaria de ter escrito...
Mas tudo que eu escrevo
É sobre você
Eu não posso me enganar
Fingir que estou bem
Porque não estou
Tem coisas que não fazem sentido algum na vida da gente...
Essa meu momento tem sido assim... inexplicável...
A menina certinha, tida como inteligente, que só falava errado quando queria, quando baixava a guarda... responsável, empregada desde cedo, a “alma da unidade”... se apaixona pelo rapazinho mais novo (sem exageros... ele era só dois anos mais novo que eu, embora parecesse bem mais), problemático, cheio de gírias, cheio de vícios, que não queria nada com nada...
ok. ok.
Até aí é fácil entender... quantas histórias não são assim?
Os opostos se atraem... simples!
Quis justamente pq era o meu oposto, porque tinha o brilho das coisas que eu não fiz, dos riscos que eu não corri...
Só que já acabou...
E por mais que eu tente esquecer, colocar uma pedra sobre isso... eu não consigo... juro que não... Nem mesmo forças pra excluir o “talzinho” do meu Msn eu tenho... eu sei que deveria começar por aí... romper este primeiro vínculo, mas não consigo... tsc, tsc... Ai de mim...
É rídiculo, eu sei...
Cá estou eu, depois de 3 meses, chorando por um relacionamento que só durou 1 e meio...
É vergonhoso olhar pra mim mesma e ver que passei mais tempo lamentando ou relembrando do que fazendo história...
E porquê???
Como alguém consegue ficar tão pouco tempo na minha vida e deixar marcas tão desastrosas??
Eu sei que no fundo não é mérito dele... é fragilidade minha...
Mas como??? Porquê tanta fragilidade???
As vezes me passa pela cabeça que eu deixei que tudo isso acontecesse pois me ceguei com a ilusória promessa de continuidade... foi a primeira vez depois de muito tempo que alguém me prometeu continuidade e eu aceitei... os outros não foram assim...
Uns vinham, proporcionavam e levavam apenas bons momentos, sem compromisso... sem perspectiva de algo mais sério... e eu não me machucava, porque se nunca houve promessas de nada eu não tinha nenhuma expectativa frustrada pra chorar... Ou, talvez, eu me machucasse sim... internamente, sem me permitir sangrar... afinal não teria sentido...
Alguns deram a entender que queriam algo mais sério, só que o fizeram de maneira excessiva... e eu me assustava... recuava... me escondia...
Só que dessa vez era diferente... Eu me ceguei com o Cantorzinho...
Eu quis me cegar...
Quando ele me beijou e eu senti um zilhão de borboletas revoando no meu estômago, eu baixei a guarda, quis me iludir... afinal, só havia sentido aquilo uma única vez na vida... na única experiência de amor verdadeiro que já tive... achei que era um sinal... que a história iria se repetir... e que eu teria companhia por mais 05 anos...
Não foi assim...
Já encerrei dois ou mais post dizendo que não fazia mal pra ninguém além de mim acreditar em certas coisas... só hoje percebo o quão grande foi o mal a que me submeti...
Eu sei que o texto não fez muito sentido... começou em um ponto e terminou em outro...
É justamente por isso que eu amo este cantinho...
onde eu tenho licença pra escrever sem compromisso, sem me preocupar se faz sentido ou não... se está certo ou não... o blog é uma janela para mim... para as minhas inseguranças, minhas dores, minha dúvidas...
ele não tem que fazer sentido... até porque, eu mesma não faço sentido...
E só pra constar: Eu não gosto de NX Zero... mas essa letra exprime exatamente o que eu gostaria de ter escrito...
Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
De volta!!!!
Domingo, 14 de Junho de 2009
Penúltimo...
XIV
Pensar eu que o teu destino
Ligado ao meu, outro fora,
Pensar que te vejo agora,
Por culpa minha, infeliz;
Pensar que a tua ventura
Deus ab eterno a fizera,
No meu caminho a pusera...
E eu! eu fui que a não quis!
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Outro pedacinho...
IX
Que me enganei, ora o vejo;
Nadam-te os olhos em pranto,
Arfa-te o peito, e no entanto
Nem me podes encarar;
Erro foi, mas não foi crime,
Não te esqueci, eu to juro:
Sacrifiquei meu futuro,
Vida e glória por te amar!
Que me enganei, ora o vejo;
Nadam-te os olhos em pranto,
Arfa-te o peito, e no entanto
Nem me podes encarar;
Erro foi, mas não foi crime,
Não te esqueci, eu to juro:
Sacrifiquei meu futuro,
Vida e glória por te amar!
Este é um dos meus excertos preferidos...
Acho que porque, pois mais que eu deseje, ainda não vivi tal sentimento de abnegação...
Nunca amei a ponto de sacrificar algo por amor...
"Sacrificar meu futuro, vida e glória por amar alguém"!
Não... isso não é pra mim... pelo menos não por enquanto...
A situação de GD é diametralmente oposta a minha...
Ele a amou tanto que renunciou a este amor, achando que Ana Amélia seria mais feliz se não tivesse que enfrentar o preconceito da sociedade...
Eu já quero um amor que me faça enfrentar esses preconceitos...que me sacrifique, mas que exista além de mim..
Lembro-me de há muito tempo ter desejado um amor assim...
que me fizesse perder o juízo... que me proporcionasse um jogar tudo pra cima... sem me preocupar com o que eu perderia...
O mais perto que cheguei disso foi quando, racionalmente, percebi que o único campo pendente de realizaçõs na minha vida era o amoroso...
Depois de reflexões profundas vi que era hora de me deixar levar...
Não era o que eu esperava...
Não quero chegar a conclusão de preciso deixar de lado minha vida milimetricamente planejada...
Eu qro sentir uma vontade despesperada de dizer 'foda-se' pra tudo...
mas não consigo...
Na oportunidade mais próxima disso, "protagonizei" o seguinte diálogo(exatamente assim):
-Não é o momento certo... Eu preciso estudar, crescer...
- E eu te atrapalharia...
- Não sei... Mas é muita coisa em jogo pra arriscar... como diz a música: eu não sei se tenho esse tempo pra perder!!!
...
Affffffff... eu e meus arrependimentos!!!
Erro foi... mas não foi crime!!!
Ou talvez tenha sido...
Me enganei, só agora eu vejo... Nadam-me os olhos em pranto,
Arfa-me o peito, e no entanto
Nem posso te encarar...
Se maiores ilações...
desconsiderem o drama excessivo...
É que hoje é dia dos namorados...
e pela primeira vez depois de muito tempo, imaginei que não estaria sozinha...
Mas fazer o quê... é a vida!!
Pelo menos a minha vida!!!
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Encontro marcado!
Já faz algum tempo que eu precisava de férias...
não as férias a que eu estou acostumada... ir pra casa...
Preciso de férias para sair por aí e conhecer o mundo...
Me devia isso há tempos...
Só que eu sou meio lerdinha... meio acomodada...
e, mesmo querendo, acho que não queria tanto a ponto de tirar tal sonho do meu travesseiro e transformá-lo em realidade...
Aproveitei um concurso que queria fazer e comprei as passagens!!!
Semana que vem parto pra São Luis/MA...
Não era o primeiro destino que tinha em mente... mas se não fosse assim, tenho certeza de que não viajaria...
Mas a vida é uma caixinha de surpresa...
e acabei tendo uma grata surpresa...
só agora me dei conta de que um dos meus escritores preferidos é ludovicense...
Desde pequenininha eu sou apaixonada pelos versos dele...
cheguei até a decorar 3 ou 4 excertos (e os sei até hoje) de "Ainda uma vez, adeus"...
Sem dúvida alguma, o poema mais lindo que já li.
Então, em homenagem a Gonçalves Dias e a todo o povo maranhense, vou postar aqui alguns trechos desse lindo poema...
Espero que apreciem.
Em tempo, Gonçalves Dias escreveu este poema após encontrar-se pela última vez, em Portugal, com sua amada Ana Amélia, à qual renunciara por imposição da família da jovem, de diferente classe social, destinada a casar-se com outro.
Ainda uma vez, adeus
Enfim te vejo! - enfim posso,
Curvado a teus pés, dizer-te,
Que não cessei de querer-te,
Pesar de quanto sofri.
Muito penei! Cruas ânsias,
Dos teus olhos afastado,
Houveram-me acabrunhado
A não lembrar-me de ti!
II
Dum mundo a outro impelido,
Derramei os meus lamentos
Nas surdas asas dos ventos,
Do mar na crespa cerviz!
Baldão, ludíbrio da sorte
Em terra estranha, entre gente,
Que alheios males não sente,
Nem se condói do infeliz!
III
Louco, aflito, a saciar-me
D'agravar minha ferida,
Tomou-me tédio da vida,
Passos da morte senti;
Mas quase no passo extremo,
No último arcar da esperança,
Tu me vieste à lembrança:
Quis viver mais e vivi!
IV
Vivi; pois Deus me guardava
Para este lugar e hora!
Depois de tanto, senhora,
Ver-te e falar-te outra vez;
Rever-me em teu rosto amigo,
Pensar em quanto hei perdido,
E este pranto dolorido
Deixar correr a teus pés.
não as férias a que eu estou acostumada... ir pra casa...
Preciso de férias para sair por aí e conhecer o mundo...
Me devia isso há tempos...
Só que eu sou meio lerdinha... meio acomodada...
e, mesmo querendo, acho que não queria tanto a ponto de tirar tal sonho do meu travesseiro e transformá-lo em realidade...
Aproveitei um concurso que queria fazer e comprei as passagens!!!
Semana que vem parto pra São Luis/MA...
Não era o primeiro destino que tinha em mente... mas se não fosse assim, tenho certeza de que não viajaria...
Mas a vida é uma caixinha de surpresa...
e acabei tendo uma grata surpresa...
só agora me dei conta de que um dos meus escritores preferidos é ludovicense...
Desde pequenininha eu sou apaixonada pelos versos dele...
cheguei até a decorar 3 ou 4 excertos (e os sei até hoje) de "Ainda uma vez, adeus"...
Sem dúvida alguma, o poema mais lindo que já li.
Então, em homenagem a Gonçalves Dias e a todo o povo maranhense, vou postar aqui alguns trechos desse lindo poema...
Espero que apreciem.
Em tempo, Gonçalves Dias escreveu este poema após encontrar-se pela última vez, em Portugal, com sua amada Ana Amélia, à qual renunciara por imposição da família da jovem, de diferente classe social, destinada a casar-se com outro.
Ainda uma vez, adeus
Enfim te vejo! - enfim posso,
Curvado a teus pés, dizer-te,
Que não cessei de querer-te,
Pesar de quanto sofri.
Muito penei! Cruas ânsias,
Dos teus olhos afastado,
Houveram-me acabrunhado
A não lembrar-me de ti!
II
Dum mundo a outro impelido,
Derramei os meus lamentos
Nas surdas asas dos ventos,
Do mar na crespa cerviz!
Baldão, ludíbrio da sorte
Em terra estranha, entre gente,
Que alheios males não sente,
Nem se condói do infeliz!
III
Louco, aflito, a saciar-me
D'agravar minha ferida,
Tomou-me tédio da vida,
Passos da morte senti;
Mas quase no passo extremo,
No último arcar da esperança,
Tu me vieste à lembrança:
Quis viver mais e vivi!
IV
Vivi; pois Deus me guardava
Para este lugar e hora!
Depois de tanto, senhora,
Ver-te e falar-te outra vez;
Rever-me em teu rosto amigo,
Pensar em quanto hei perdido,
E este pranto dolorido
Deixar correr a teus pés.
Segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Se fosse bom...
Dias atrás a Nina me deu um puxão de orelhão...
Disse que já estava desanimador vir aqui e ler sempre minhas lamúrias sobre 'dores de quase ou não-amor'...
Ainda não sei o que farei com esta informação...
Talvez eu devesse parar e refletir sobre o pq da minha vida e história terem estagnado.
Talvez eu devesse procurar me abrir um pouquinho a novas oportunidades...
Ou talvez eu devesse deixar de lado a educação que mamãe me deu e dar uma resposta digna...
Afff... Aqui é o meu espaço... o único lugar onde eu posso tudo (ou podia)...
Afff [2]...
sei lá...
Nunca sei de nada mesmo...
(...)
Interneteando por aí, encontei esse poema...
Não fosse a minha falta de brilhantismo, bem que poderia tê-lo 'escrivinhado'...
Ainda não sei o que farei com esta informação...
Talvez eu devesse parar e refletir sobre o pq da minha vida e história terem estagnado.
Talvez eu devesse procurar me abrir um pouquinho a novas oportunidades...
Ou talvez eu devesse deixar de lado a educação que mamãe me deu e dar uma resposta digna...
Afff... Aqui é o meu espaço... o único lugar onde eu posso tudo (ou podia)...
Afff [2]...
sei lá...
Nunca sei de nada mesmo...
(...)
Interneteando por aí, encontei esse poema...
Não fosse a minha falta de brilhantismo, bem que poderia tê-lo 'escrivinhado'...
poderia sim...
se eu fosse brilhante, sim...

Já escondi um amor com medo de perdê-lo,
Já perdi um amor por escondê-lo....
Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida,
Já me arrependi por isso...
Já passei noites chorando até pegar no sono,
Já fui dormir tão feliz, a ponto de nem conseguir fechar os olhos...
Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem...
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram...
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade e também me arrependi...
Já fingi não dar importância a pessoas que amava, para mais tarde chorar quieto
em meu canto...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém,
Mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar,
Já calei quando deveria gritar...
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros...
Já fingi ser o que não sou para agradar uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros...
Já inventei histórias de final feliz para dar esperança a quem precisava...
Já sonhei demais, a ponto de confundir com a realidade...
Já tive medo do escuro,
Hoje no escuro "me acho..me agacho..fico ali"...
Já caí inúmeras vezes
Achando que não iria me reerguer,
Já me reergui inúmeras vezes
Achando que não cairia mais...
Já chamei pela mamãe no meio da noite, fugindo de um pesadelo,
Mas ela não apareceu
E foi um pesadelo maior ainda...
Já chamei pessoas próximas de "amigo” E descobri que não eram;
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada
E sempre foram e serão especiais para mim...
Não me dêem fórmulas certas,
Porque eu não espero acertar sempre...
Não me mostre o que esperam de mim,
Porque vou seguir meu coração!...
Não me façam ser o que eu não sou,
Não me convidem a ser igual,
Porque sinceramente sou diferente!...
Não sei amar pela metade,
Não sei viver de mentiras,
Não sei voar com os pés no chão...
Sou sempre eu mesmo,
Mas com certeza não serei o mesmo para sempre.
Autor: desconhecido (por mim).
Quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Raposa... sempre ela...
Terça-feira, 12 de Maio de 2009
Obituário
Morreu hoje, as 10h54min, a teimosa e iludida (não vou dizer burra pq todos os defeitos somem com a morte) 'Esperança' de Dorothy C. S., vítima do descaso de um certo "Cantorzinho".
O pobre bichinho foi esmagado com requintes de crueldade ( - Só liguei pra perguntar a que horas a 'Nina' estará em casa para que eu possa devolver seus livros!)
Não haverá enterro, nem decretação de luto (embora curiosa e coincidentemente eu vista preto).
A família, não obstante todo o pesar, já proucura outro animal de estimação!!!
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